O ministro Alexandre de Moraes rejeitou a solicitação da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para que ele deixasse a superintendência da Polícia Federal para fazer exames. O pedido foi feito depois que o capitão caiu da cama e bateu a cabeça entre a noite de ontem e a madrugada de terça-feira (6). A justificativa apresentada pelo ministro é de que a Polícia Federal não encontrou a necessidade de transferência para um hospital. Bolsonaro está detido na sede da Polícia Federal por tentativa de golpe de Estado.
Na manhã de terça-feira, 6 de janeiro de 2026, JAIR MESSIAS BOLSONARO recebeu assistência médica depois de informar à equipe de plantão que havia caído durante a madrugada. A Polícia Federal afirmou anteriormente que “o médico da Polícia Federal constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”.
"Assim, conforme claramente indicado na nota da Polícia Federal, não há necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital. No entanto, segundo Moraes, a defesa tem o direito de realizar exames, desde que sejam agendados com antecedência e haja uma indicação específica e comprovada necessidade, conforme orientado pelo médico particular do custodiado.
