Procon Goiânia envia notificações às distribuidoras devido à suspeita de elevação indevida nos preços dos combustíveis

 Se forem identificadas irregularidades, as empresas poderão enfrentar penalidades administrativas, incluindo multas, de acordo com a legislação em vigor.

órgão ressalta que reajustes de preços devem estar vinculados a fatores concretos, como variações nos custos da cadeia de distribuição, não podendo ocorrer de forma arbitrária ou sem transparência (Foto: Divulgação/Procon Goiânia)
órgão ressalta que reajustes de preços devem estar vinculados a fatores concretos, como variações nos custos da cadeia de distribuição, não podendo ocorrer de forma arbitrária ou sem transparência (Foto: Divulgação/Procon Goiânia)

A fiscalização faz parte de um conjunto de medidas reforçadas pelo Procon Goiânia, evidenciando o compromisso da instituição com a transparência nas relações de consumo e a defesa dos direitos dos cidadãos. Os consumidores que suspeitarem de possíveis abusos podem registrar uma denúncia utilizando os canais oficiais: WhatsApp (62) 99302-2032, telefone (62) 3416-6346, atendimento presencial na Rua 3, nº 1209, Setor Central, e-mail fiscalizacaoprocongoiania@gmail.com ou pelo aplicativo Prefeitura 24h.


Durante a Semana do Consumidor, o Procon Goiânia conduziu uma operação de fiscalização em distribuidoras de combustíveis para investigar possíveis aumentos injustificados nos preços repassados aos postos. A ação foi motivada por reclamações de clientes sobre preços altos nos postos, com relatos de estabelecimentos vendendo o diesel por até R$ 9,39. O caso fez com que o órgão acendesse o alerta para possíveis práticas abusivas no mercado.


Como resultado da fiscalização, três distribuidoras foram notificadas e devem fornecer documentos que comprovem a legalidade dos aumentos implementados. Notas fiscais de entrada e saída, bem como informações detalhadas sobre a composição e formação dos preços, estão entre os documentos requeridos.


Segundo o Procon Goiânia, a ação foi tomada após indícios de que os aumentos aplicados podem não estar adequadamente justificados, o que pode constituir uma violação do Código de Defesa do Consumidor. O órgão enfatiza que os aumentos de preços devem estar associados a fatores reais, como mudanças nos custos da cadeia de distribuição, e não podem ser feitos de maneira arbitrária ou sem transparência.


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