A medida foi tomada em resposta ao comprometimento da situação econômico-financeira das instituições, que enfrentam uma deterioração da liquidez, além de violações às normas
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| O Banco Central do Brasil decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A. |
Na quarta-feira (18), o Banco Central do Brasil anunciou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A. e prorrogou o regime especial para a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (Pleno DTVM), entidades que fazem parte do conglomerado prudencial Pleno.
De acordo com a autoridade monetária, o grupo é classificado como de pequeno porte e se encontra no segmento S4 da regulamentação prudencial, com o Banco Pleno atuando como instituição líder. O conglomerado corresponde a 0,04% do total de ativos e a 0,05% das captações no Sistema Financeiro Nacional (SFN).
Segundo o Banco Central, a decisão foi motivada pelo comprometimento da saúde econômico-financeira das instituições, com deterioração da liquidez, além de violações às regras que regem o funcionamento do setor e descumprimento de determinações da autarquia.
Segundo o Banco Central, a decisão foi motivada pelo comprometimento da saúde econômico-financeira das instituições, com deterioração da liquidez, além de violações às regras que regem o funcionamento do setor e descumprimento de determinações da autarquia.
Augusto Lima, proprietário do Banco Pleno, foi sócio de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Na primeira fase da operação Compliance Zero, ocorrida em novembro, Lima chegou a ser detido. Ele mantinha sociedade no Master e era considerado próximo de Vorcaro.
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| O dono do Banco Pleno, Augusto Lima, é ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. – Foto: Vaner Casaes /ALBA |
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